Além do impasse político, criar uma eleição para cargo comissionado pode gerar polêmicas, uma vez que, a rigor, pelo que rege a Constituição Federal, a capital do país não pode ser dividida em municípios. Diferentemente dos cargos eletivos, aqueles que assumem uma função comissionada não têm mandato. Assim, a escolha popular não pode mudar a natureza do trabalho, subordinado ao chefe do Executivo local. E, embora não haja impedimento legal, o gestor deve continuar passível de demissão, uma vez que as administrações regionais são repartições vinculadas ao Governo do Distrito Federal (GDF). A Lei Orgânica do DF prevê a eleição direta para administradores, mas o texto não menciona a disputa voto a voto. Na capital, o governador sempre optou pela indicação de aliados nos cargos.
Cientistas políticos avaliam que, caso Rollemberg siga em frente com o projeto, seria criado um problema para o DF, já que a forma política de Brasília é diferente das demais unidades da Federação. A proposta também é colocada em dúvida se pode dar certo em regiões nas quais Rollemberg perdeu para o concorrente, Jofran Frejat (PR), como, por exemplo, Ceilândia, Samambaia, Planaltina, Gama, Brazlândia e Recanto das Emas (veja Voto a voto).
O procurador regional eleitoral do DF, Elton Ghersel, defende a criação de um formato de eleição com os moldes de um pleito para prefeito, por exemplo. “Não vejo problemas porque isso não vai fazer dele (o administrador) um prefeito, apenas pelo fato de ser eleito, mas é necessário avaliar como será o pleito. É preciso que a Lei Orgânica crie uma forma de eleição, que não estaria regulada pelo código eleitoral existente. Seria um novo tipo de escolha, cujo governador precisaria resolver problemas como a demissão do administrador e se pode ser de outro partido ou coligação”, afirma.
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Quem será o próximo administrador da RA onde você mora.
Uma das principais bandeiras da campanha do governador eleito, Rodrigo Rollemberg (PSB), prevê a eleição direta para administradores regionais no Distrito Federal. A participação popular no pleito, no entanto, aparece como um dos principais desafios do projeto, caso seja levado adiante. Isso porque ele corre o risco de ter um adversário político à frente de uma região administrativa, já que perdeu em nove das 21 zonas eleitorais.
Além do impasse político, criar uma eleição para cargo comissionado pode gerar polêmicas, uma vez que, a rigor, pelo que rege a Constituição Federal, a capital do país não pode ser dividida em municípios. Diferentemente dos cargos eletivos, aqueles que assumem uma função comissionada não têm mandato. Assim, a escolha popular não pode mudar a natureza do trabalho, subordinado ao chefe do Executivo local. E, embora não haja impedimento legal, o gestor deve continuar passível de demissão, uma vez que as administrações regionais são repartições vinculadas ao Governo do Distrito Federal (GDF). A Lei Orgânica do DF prevê a eleição direta para administradores, mas o texto não menciona a disputa voto a voto. Na capital, o governador sempre optou pela indicação de aliados nos cargos.
Cientistas políticos avaliam que, caso Rollemberg siga em frente com o projeto, seria criado um problema para o DF, já que a forma política de Brasília é diferente das demais unidades da Federação. A proposta também é colocada em dúvida se pode dar certo em regiões nas quais Rollemberg perdeu para o concorrente, Jofran Frejat (PR), como, por exemplo, Ceilândia, Samambaia, Planaltina, Gama, Brazlândia e Recanto das Emas (veja Voto a voto).
O procurador regional eleitoral do DF, Elton Ghersel, defende a criação de um formato de eleição com os moldes de um pleito para prefeito, por exemplo. “Não vejo problemas porque isso não vai fazer dele (o administrador) um prefeito, apenas pelo fato de ser eleito, mas é necessário avaliar como será o pleito. É preciso que a Lei Orgânica crie uma forma de eleição, que não estaria regulada pelo código eleitoral existente. Seria um novo tipo de escolha, cujo governador precisaria resolver problemas como a demissão do administrador e se pode ser de outro partido ou coligação”, afirma.
Além do impasse político, criar uma eleição para cargo comissionado pode gerar polêmicas, uma vez que, a rigor, pelo que rege a Constituição Federal, a capital do país não pode ser dividida em municípios. Diferentemente dos cargos eletivos, aqueles que assumem uma função comissionada não têm mandato. Assim, a escolha popular não pode mudar a natureza do trabalho, subordinado ao chefe do Executivo local. E, embora não haja impedimento legal, o gestor deve continuar passível de demissão, uma vez que as administrações regionais são repartições vinculadas ao Governo do Distrito Federal (GDF). A Lei Orgânica do DF prevê a eleição direta para administradores, mas o texto não menciona a disputa voto a voto. Na capital, o governador sempre optou pela indicação de aliados nos cargos.
Cientistas políticos avaliam que, caso Rollemberg siga em frente com o projeto, seria criado um problema para o DF, já que a forma política de Brasília é diferente das demais unidades da Federação. A proposta também é colocada em dúvida se pode dar certo em regiões nas quais Rollemberg perdeu para o concorrente, Jofran Frejat (PR), como, por exemplo, Ceilândia, Samambaia, Planaltina, Gama, Brazlândia e Recanto das Emas (veja Voto a voto).
O procurador regional eleitoral do DF, Elton Ghersel, defende a criação de um formato de eleição com os moldes de um pleito para prefeito, por exemplo. “Não vejo problemas porque isso não vai fazer dele (o administrador) um prefeito, apenas pelo fato de ser eleito, mas é necessário avaliar como será o pleito. É preciso que a Lei Orgânica crie uma forma de eleição, que não estaria regulada pelo código eleitoral existente. Seria um novo tipo de escolha, cujo governador precisaria resolver problemas como a demissão do administrador e se pode ser de outro partido ou coligação”, afirma.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Lideranças da região noroeste de São Paulo recebem deputado eleito Fausto Pinato do PRB na Câmara
O deputado Fausto Pinato.PRB-SP Morador em Fernandópolis um município brasileiro situado no noroeste do estado de São Paulo, localizado a 554 km da capital. Tem uma população de 67 836 habitantes, que elegeu seu representante para Câmara federal, na oportunidade foi recebido nesta terça (18/11), na Liderança do Partido Republicano Brasileiro e por vários outros parlamentares de outros partidos na Câmara e no senado onde mostrou que mesmo sendo novo tem bom transito e vai fazer a diferença no parlamento, será mais um deputado que vem para somar, e trabalhar com respeito e compromisso pelo povo que o confiou o mandato.
domingo, 9 de novembro de 2014
Saiba quem são os candidatos eleitos deputados distritais
Júlio Cesar foi o mais votado, seguido de Robério Negreiros e Prof. Israel
Com 100% das urnas apuradas no Distrito Federal, já é possível destacar os cinco deputados distritais eleitos mais votados nestas eleições. Todos eles, ficaram com o número de votos na casa entre 20 e 30 mil. Ao todo, 24 deputados foram eleitos para a Câmara Legislativa do DF. Por conta do quociente eleitoral (que leva em consideração os votos destinados ao partido), os candidatos eleitos não necessariamente representam os mais votados. No caso dos cinco primeiros, a expressiva votação garantiu um assento na casa, independente do quociente.
Conheça os deputados:
>> 1º / Júlio César (PRB/PTC) — 29.384 votos
Ex-secretário de Esporte do GDF, Júlio César, 39 anos, é calouro em eleições. Ex-empresário do ramo de segurança patrimonial em São Paulo, mudou-se para Brasília em 2011, a pedido do partido, para assumir a secretaria-adjunta de Esporte. Evangélico há 22 anos, casado há 19 e membro da Igreja Universal do Reino de Deus, Ribeiro deveu boa parte de seu sucesso eleitoral à dobradinha feita com deputado federal Vítor Paulo, eleito deputado federal pelo RJ em 2010.
>> 2º / Robério Negreiros (PMDB) — 25.646 votos
Robério Negreiros Filho, 36, é brasiliense e tem origem profissional empresarial. Em 2010, ficou na primeira suplência de sua coligação. Acabou assumindo o mandato no lugar de Benício Tavares, que teve o mandato revogado pelo TSE por suposto abuso de poder econômico e captação ilícita de votos. Robério entrou para os negócios com o pai, Robério Negreiros, dono da Brasfort, empresa de segurança patrimonial. Na Câmara, propôs 129 projetos. Suas verbas indenizatórias custaram, mensalmente, em média, R$ 18,5 mil.
>> 3º Professor Israel (PRV/PV) — 22.500 votos
Eleito pela primeira vez em 2010, atuou na Assessoria de Juventude do governo do Distrito Federal e, em 2008, assumiu o cargo de secretário adjunto de Trabalho. Em 2009, tornou-se titular da pasta deixando o cargo assim que denúncias de corrupção vieram à tona. Antes de assumir o cargo no DF, coordenou o Departamento de Pesquisas em Economia Solidária da pasta. Em seu mandato, apresentou 73 projetos e gastou, em média, R$ 9,9 mil em verbas indenizatórias.
>> 4º Dr. Michel (PT/PP) — 22.422 votos
Ex-cobrador de ônibus e delegado de polícia, Márcio Michel Alves de Oliveira, 50 anos, tem seu nome ligado à segurança pública. Seus principais redutos eleitorais são Planaltina, Paranoá, Sobradinho I e II. É eleito deputado distrital pela segunda vez. Em sua primeira passagem pela Câmara, apresentou 111 projetos de lei e gastou, em média, R$ 10,6 mil de verba indenizatória a que tem direito. Também foi eleito presidente da Comissão de Ética da Casa.
>> 5º Rodrigo Delmasso (PC do B, PPL, PTN) — 20.894 votos
Ex-subsecretário de Programas e Projetos Especiais da Secretaria do Meio Ambiente do GDF, Rodrigo Delmasso, 34, é evangélico da Sara Nossa Terra, comandada pelo Bispo Rodovalho. Em 2010, conquistou 6,3 mil votos, mas acabou derrotado. Durante as negociações para a indicação da primeira suplência do candidato Geraldo Magela (PT) ao Senado, Delmasso chegou a ser cotado, mas, com menos de 35 anos, não participou da disputa. Entre seus principais doadores está o candidato a federal Vítor Paulo (PRB).
>> 6º Joe Valle (PDT) - 20.352 votos
>> 7º Sandra Faraj - (SD - PSB / PDT /SD) - 20.269 votos
>> 8º Wasny de Roure (PT) - 19.318 votos
>> 9º Rafael Prudente (PMDB) - 17.581 votos
>> 10º Chico Vigilante (PT) - 17.040 votos
>> 11º Liliane Roriz (PRTB) - 16.745 votos
>> 12º Juarezão (PRTB) - 15.923 votos
>> 13º Chico Leite (PT) - 15.636 votos
>> 14º Agaciel Maia (PTC) - 14.876 votos
>> 15º Cristiano Araujo (PTB) - 14.657 votos
>> 16º Ricardo Vale (PT) - 14.223 votos
>> 17º Bispo Renato (PR) - 14.216 votos
>> 18º Celina Leão (PDT) - 12.670 votos
>> 19º Prof. Reginaldo Veras (PDT) - 12.506 votos
>> 20º Lira (PHS) - 11.463 votos
>> 21º Telma Rufino (PPL) - 11.364 votos
>> 22º Wellington Luiz (PMDB) - 10.330 votos
>> 23º Raimundo Ribeiro (PSDB) - 10.026 votos
>> 24º Luiza de Paula (PEN) - 7.428 votos
sábado, 17 de maio de 2014
Sou contra a copa do mundo, Não.
Não sou contra a copa do mundo, como tem gente nas redes sociais dizendo que as pessoas deveria ter protestado a quando o Brasil se candidatou a ser sede, e não agora.Na época o planejamento era gastar 200 milhões em um estadio e não 800 milhões como ta gastando, ha aqueles que dizem vamos curtir a copa, como, se povo não terá como assistir os jogos com ingressos de no minimo R$150. Aqui em Brasilia fui em uma UPA 24 HS, tinha 80 pessoas aguardando 1 medico para ser atendido, e na promessa na placa em frente, seria 340 funcionários, entre médicos e enfermeiros, técnicos e atendentes, onde estão estes profissionais, isso também acontece no HRC e HRT hospitais regionais do DF que as atendentes estão dizendo sempre a mesma coisa, é feito a classificação de risco verde, amarelo,e vermelho, só quem chega morrendo com fraturas praticamente é que estão sedo como vermelho ai é atendidas os demais tem que agudar 6 hs no minimo ou voltar para casa.
Governador Agnelo PT, Dona Dilma PT, isso esta acontecendo na capital do Brasil sede da copa, e não querem protesto, será que vai ter médicos para os gringos e para a organização da copa, quem não da conta de governar pede para sair, e quem acha que ta bom e porque ta mamando ou não precisou ainda da saúde no Brasil.
Vicente Barreto
Jornalista
sábado, 26 de abril de 2014
Nesta sexta feira a noite, a Câmara Legislativa do DF entregou ao Dep. Federal Vitor Paulo o Título Honorário de Brasília. Iniciativa do Dep. Evandro Gala, na oportunidade fiz uso da palavra no plenario da casa de leis do DF, onde lembrei dos mais de 15 anos que conheço dep. Vitor Paulo e sempre trabalhador e generoso e com amor pelas pessoas, esteve comigo minha esposa Alexsandra Barreto Bandeira qual sempre companheira e amiga. Na oportunidade o pastor Julio Cesar, com sua esposa prestigiou evento.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
11 mil produtos irregulares apreendidos em Ceilândia

A Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops) e a Agência de Fiscalização (Agefis) apreenderam, na manhã de hoje (10), aproximadamente 11 mil produtos que eram vendidos nas ruas e feiras de Ceilândia. Três adolescentes flagrados enquanto comercializavam CDs e DVDs falsificados foram conduzidos à delegacia, onde serão ouvidos. A ocorrência está em andamento.A maior apreensão ocorreu no centro da cidade, aproximadamente sete mil mídias piratas. A maioria dos vendedores conseguiu fugir, com a exceção dos três adolescentes apreendidos. Eles devem responder por ato infracional análogo ao crime de violação do direito autoral. Adultos autuados por esse tipo de delito podem ficar até quatro anos presos, além de terem que pagar multa.
Mais cedo, agentes da Secretaria e fiscais da Agefis estiveram na Feira do Rolo, que fica próximo à 24ª DP. Ao todo, cerca de seis mil mercadorias foram recolhidas no local, entre eletrônicos, roupas, peças de carros, pneus e utensílios domésticos. Os produtos haviam sido abandonados pelos ambulantes, que fugiram quando perceberam a chegada da fiscalização.Três deles, pegos com quatro celulares, chegaram a serem detidos, mas acabaram liberados depois de prestarem depoimento. Os aparelhos ficaram recolhidos na delegacia.
As mercadorias confiscadas foram levadas para o depósito da Agefis e poderão ser recuperadas caso os responsáveis apresentem nova fiscal e paguem uma multa referente aos custos da operação. Não serão devolvidas as mídias piratas, que seguem para uma cooperativa de reciclagem da Estrutural, onde serão destruídas.
Ao todo, entre servidores da Seops e da Agefis, além de policiais militares que apoiaram a ação, o efetivo total foi de 29 homens.
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Estado da Ordem Pública e Social do Distrito Federal
--
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Jornalistas são expulsos de reunião na Promotoria de Justiça de Rondonópolis
A jornalista Kalynka Meirelles, assessora de comunicação da prefeitura de Rondonópolis, e o repórter fotográfico dela, Roger Andrade, foram expulsos nesta terça-feira (11) de uma reunião que ocorreu na Promotoria de Justiça da cidade. De acordo com a jornalista, que iria assessor o secretário de Promoção e Assistência Social, Mohamed Zaher, eles foram impedidos de realizar o trabalho pela Promotora de Defesa da Cidadania e Consumidor, Joana Maria Bortoni Ninis.
“Quem chamou a impressa, eu não quero esse povo aqui, não convidei ninguém saiam da minha sala, pois quando eu precisar de publicidade eu chamo vocês”, segundo Kalynka, essas foram as palavras usadas pela promotora para a equipe deixar a sala.
Para Kalynka um ato de pura arrogância, má educação e empáfia. “A conceituada não soube sequer a diferença entre assessoria de comunicação e publicidade, anda mal informada”, desabafou a jornalista.
Kallynka, que está grávida de seis meses, chegou a passar mal após a grosseria. O ato foi presenciado por autoridades, representantes das polícias Militar, Civil e do Conselho Municipal do Idoso, que estavam no local para participar da reunião.
A produção do site Primeira Hora entrou em contato com a Promotoria de Justiça, porém a atendente informou que a assessoria da promotora não falaria com a imprensa sobre o caso.
ONTE: SIRLEI ALVES - REPORTAGEM PRIMEIRA HORA
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Estive participando de um encontro do PRP DF
Neste final de semana sábado 25/01, muito bacana atendendo ao convite da assessora Liliane do amigo Georgios Tzemos, Pre-candidato a deputado distrital e do presidente do partido pre candidato a deputado federal Adalberto Monteiro, na oportunidade conversamos sobre o partido e que teve fundação e inicio em são Jose Do Rio preto pelo saudoso fundador e então presidente nacional Dirceu Gonçalves Resende , em 24 de maio de 1989, um grupo de brasileiros, descontentes com os rumos da política brasileira e com a forma de condução dos partidos políticos brasileiros, decidiu fundar um novo partido, atualmente presidido nacionalmente Ovasco Resende e o diretório distrital por Adalberto Monteiro simpático e amigo aqui no DF grupo forte e vitorioso.
sábado, 4 de janeiro de 2014
O vôo da águia, de 40 anos
A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver cerca de 70 anos. Porém, para chegar a essa idade, aos 40 anos, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão. Aos 40 anos, suas unhas estão compridas e flexíveis e já não conseguem mais agarrar as presas, das quais se alimenta.O bico, alongado e pontiagudo, se curva. Apontando contra o peito, estão as asas, envelhecidas e pesadas, em função da grossura das penas, e, voar, aos 40 anos, já é bem difícil! Nessa situação a águia só tem duas alternativas: deixar-se morrer... ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e lá recolher-se, em um ninho que esteja próximo a um paredão.Um lugar de onde, para retornar, ela necessite dar um vôo firme e pleno.Ao encontrar esse lugar, a águia começa a bater o bico contra a parede até conseguir arrancá-lo, enfrentando, corajosamente, a dor que essa atitude acarreta. Espera nascer um novo bico, com o qual irá arrancar as suas velhas unhas.Com as novas unhas ela passa a arrancar as velhas penas. E só após cinco meses, "renascida", sai para o famoso vôo de renovação, para viver, então, por mais 30 anos.
Muitas vezes, em nossas vidas, temos que nos resguardar, por algum tempo, e começar um processo de renovação. Devemos nos desprender das (más) lembranças, (maus) costumes, e, outras situações que nos causam dissabores, para que continuemos a voar. Um vôo de vitória. Somente quando livres do peso do passado (pesado), poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz. Destrua, pois, o bico do ressentimento, arranque as unhas do medo, retire as penas das suas asas dos maus pensamentos e alce um lindo vôo para uma nova vida.Um vôo de vida nova e feliz.Abraços!!!
De: Mara Kisner
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Carro com som alto em São Paulo será multado em R$ 1.000
Carros que estiverem com som alto em ruas, postos de gasolina e calçadas da capital serão multados em R$ 1.000 e podem ser guinchados, caso o motorista se recuse a abaixar o volume.
A regulamentação da lei que permite a punição, feita pelo prefeito Fernando Haddad (PT), saiu na edição de ontem do "Diário Oficial" da Cidade e já está em vigor.
Além da multa, que será dobrada em caso de reincidência e poderá chegar a R$ 4.000, os motoristas podem ter o equipamento de som apreendido por fiscais.
A fiscalização vai levar em conta aparelhos como rádio, televisão, vídeo, CD, DVD, MP3, iPod, celulares, gravadores, viva-voz e instrumentos musicais. Marronzinhos, fiscais das subprefeituras e do Psiu (Programa de Silêncio Urbano) vão autuar os motoristas com o som alto.
Ainda segundo o texto da regulamentação, os moradores que denunciarem veículos com o som alto precisam se identificar, mas não terão seus nomes divulgados.
Fábio Braga - 27.ago.2011/Folhapress
Jovens dançam ao lado de carro com som alto estacionado em posto de combustível na zona sul de São Paulo
Jovens dançam ao lado de carro com som alto estacionado em posto de combustível na zona sul de São Paulo
O projeto de lei foi sancionado por Haddad em maio de 2013 e é de autoria dos vereadores Alvaro Camilo (PSD), Dalton Silvano (PV) e do senador Antonio Carlos Rodrigues (PR), que está licenciado da Câmara de São Paulo.
A intenção é acabar com os bailes funk que acontecem nas periferias da capital. Camilo é ex-comandante-geral da PM de São Paulo.
Haddad chegou a afirmar publicamente que reconhece o funk como "produção cultural de uma camada expressiva da juventude".
No entanto, afirmou que isso deve ser feito com "respeito" à vizinhança.
Haddad defende que os bailes funk sejam realizados em locais fechados ou até mesmo em espaços como o Anhembi (zona norte) e centros desportivos municipais.
Assinar:
Postagens (Atom)





