terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

90% dos assassinatos de jornalistas ficam impunes, alerta ONU

Em uma mensagem em vídeo para a campanha global “Dia Sem Notícias” (Day Without News), o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, alertou sobre a importância do jornalismo e da proteção da liberdade de expressão, expressando preocupação com a violência crescente contra a imprensa e impunidade na resolução dos crimes. “Um dia sem notícias pode parecer algo impensável neste mundo conectado e globalizado. No entanto, todos os dias, as vozes das notícias estão sendo silenciadas”, disse Ban. Segundo o Secretário-Geral da ONU, um jornalista é morto a cada semana, e nove a cada dez desses casos ficam impunes. A chefe da agência da ONU encarregada de promover e proteger a liberdade de expressão e de imprensa, Irina Bokova, condenou um recorde de 121 assassinatos de jornalistas, profissionais de mídia e jornalistas comunitários ano passado. Como parte de um esforço para combater essa violência, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), com sede em Paris, lançou o Plano de Ação da ONU sobre a segurança dos jornalistas e a questão da impunidade. (acesse aqui o plano em sete línguas) O objetivo, disse Ban, é simples: “Garantir que cada jornalista possa fazer o seu trabalho em segurança.” Todos os anos, no dia 3 de maio, a ONU lembra o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa – uma oportunidade de falar sobre a segurança dos jornalistas e o combate à impunidade, inclusive no mundo digital. O vídeo do Secretário-Geral está hospedado no site adaywithoutnews.com. A campanha “Dia Sem Notícias” surgiu durante um painel de discussão com jornalistas na sede da ONU e tem como objetivo aumentar a conscientização sobre as condições hostis e perigosas na qual muitos repórteres e fotógrafos trabalham em todo o mundo. O dia é lembrado simbolicamente em 22 de fevereiro – o aniversário dos assassinatos em 2012 da correspondente do ‘Sunday Times’, Marie Colvin, e do fotógrafo freelance Remi Ochlik, ambos em Homs, na Síria. Ninguém foi responsabilizado por suas mortes.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Pauléra decide instalar detector de metais

O presidente da Câmara de Rio Preto, Paulo Pauléra (PP), anunciou um pacote com medidas de segurança para tentar evitar a tragédia anunciada que se tornou os confrontos de movimentos populares no plenário durante as sessões. As medidas de Pauléra vão desde a instalação de detector de metais e câmeras de monitoramento até a instituição de registro e cadastro das pessoas que entram no prédio do Legislativo. Na última sessão, segundo relato de munícipes, apoiadores do suplente Daniel Caldeira (PSL) teriam exibido facas e canivetes a opositores. Fato confirmado por Pauléra. “Realmente houve esse comentário e me procuraram pedindo providências”, disse o presidente, que afirmou que se tivesse sido alertado do fato no momento da sessão teria pedido a prisão das pessoas armadas. “Vamos preservar a segurança das pessoas para prevenir uma tragédia”, afirmou. Desde o início dos protestos na Câmara, em agosto de 2011, não foram poucas as vezes em que grupos pró e contra vereadores governistas entraram em confronto. O auge das brigas ocorreu em agosto do ano passado, quando simpatizantes de Caldeira agrediram ativistas do movimento #vergonhariopreto. A briga é investigada pela polícia, que tenta identificar os agressores. Pauléra diz que a partir da instalação do detector de metais - do mesmo modelo que chegou a ser instalado no Fórum - todas as pessoas que forem assistir as sessões terão de se submeter à revista. Além disso, ele vai instalar câmeras para monitorar a movimentação no plenário. O presidente diz que serão colocadas ainda catracas para controle das pessoas que entram na Câmara, assim como já existe na Prefeitura. “A pessoa terá de fazer um cadastro com nome, endereço e RG e informar em que departamento vai”, afirmou. A Polícia Militar, que se tornou presença frequente nas sessões da Câmara, já havia recomendado Pauléra a criar mecanismos para aumentar a segurança. Cerca de 200 pessoas têm acompanhado em média as sessões mais polêmicas, sem nenhum tipo de identificação ou monitoramento delas. Pauléra não soube informar o valor do investimento no pacote de segurança, mas acredita que não chega a R$ 8 mil - limite para dispensa de licitação.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Lançamento do “Nada a Perder” no Rio de Janeiro

O deputado federal Vitor Paulo (PRB/RJ) participou no último sábado (16/02) do lançamento do livro Nada a Perder, primeiro volume da biografia do bispo Edir Macedo, na Livraria Saraiva do Norte Shopping, zona norte do Rio de Janeiro. A publicação bateu recordes de venda e público dos 39 eventos já realizados até agora no Brasil e no exterior. Os números impressionam: 178.962 exemplares foram vendidos a um público incalculável. Para que ninguém na multidão de leitores ficasse sem o exemplar assinado, o lançamento foi prorrogado até às 22h, quebrando também um recorde de duração entre todos os lançamentos, com 12 horas ininterruptas de autógrafos. Localizada no Cachambi, a livraria fica na mesma região onde teve origem a obra religiosa fundada pelo bispo Edir Macedo. Os fiéis mais antigos da Iurd (Igreja Universal do Reino de Deus) foram lembrados em uma homenagem especial. Eles foram recebidos em uma sessão de autógrafos privada com o bispo Clodomir Santos, responsável pela Iurd no Brasil.Mais informações sobre os lançamentos no site oficial do livro: www.nadaaperder.org. Gabinete do Dep. Vitor Paulo - Brasília, com informações do Portal R7.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira.

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência. Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcada pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays,lésbicas, heteros… todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE. Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido”. Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas. Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade. Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados. Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo dia. Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, Ongs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns). Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo. O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a “entender o comportamento humano”. Ah, tenha dó!!! Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão! Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores). Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa…, ir ao cinema…. , estudar… , ouvir boa música…, cuidar das flores e jardins… , telefonar para um amigo…, visitar os avós…pescar…,brincar com as crianças… , namorar… ou simplesmente dormir. Assistir Adib é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade. Por Luis Fernando Veríssimo

domingo, 3 de fevereiro de 2013

A depressão é definida como uma doença

A depressão é definida como uma doença. Ela é caracterizada pela mudança de humor e pela perda de prazer em atividades cotidianas que antes eram prazerosas e motivadoras. Já a tristeza é um sentimento ruim, mas passageiro. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), quase 20% da população mundial, em algum momento da vida, já sofreu de depressão, e estima-se que em 2020 ela será a segunda causa de morte e o principal motivo de faltas ao trabalho. Muitos estudiosos apontam as cobranças da vida moderna como o principal fator que pode desencadear a doença. O estresse provocado pelo trânsito, a competição no ambiente de trabalho, as diversas responsabilidades do dia a dia, além da falta de tempo para realizar atividades prazerosas, também podem estar relacionadas à depressão. "A medicina é limitada" A médica Eunice Higuchi, (foto ao lado) enfrentou este problema. "Eu era escrava das minhas emoções. Sofria com tristezas, angústia, não enxergava uma saída para o meu problema. No mundo, somos treinados para sermos levados pelas emoções. O tempo todo tem alguém dizendo 'segue o teu coração', 'faça o que o coração mandar', mas eu me sentia como em uma prisão", recorda. Eunice tentou a cura de todas as formas. Segundo ela, eram quase 20 horas semanais buscando por melhora, sem ver resultado. "Eu fazia psicanálise freudiana, terapia de apoio e ainda tomava medicamento antidepressivo. Mas, o tratamento de psicoterapia trabalha somente com as emoções, então, eu não me livrava daquela situação", ressalta. A médica afirma que em um tratamento psicoterápico, o paciente cria vínculos com o terapeuta, a fim de conseguir reproduzir um relacionamento melhor com familiares e amigos. Entretanto, quando a pessoa tem um encontro com o Senhor Jesus, ela cria uma conexão tão forte com o próprio Deus, que não depende das consultas para poder desabafar e se sentir bem. "Como médica, posso afirmar que a medicina é limitada. Durante quatro anos fiz tudo que os especialistas me orientavam, entretanto, não houve melhora alguma. Quando ouvi no rádio a oração de um pastor, aquilo realmente tocou fundo. Anotei o endereço e fui até lá, sem saber que era a IURD. Naquele mesmo dia parei de chorar. E hoje estou completamente livre da depressão," conclui. Problemas como depressão, tristeza, angústia e falta de amor no lar podem ser resolvidos quando o Espírito Santo vem sobre a vida daqueles que O buscam. Então, não hesite, busque a presença do Altíssimo para a sua vida neste domingo (13), em uma das reuniões de fé no Cenáculo do Espírito Santo no Rio de Janeiro, na antiga Avenida Suburbana, 4.242, no bairro Del Castilho; em São Paulo, na Avenida João Dias, 1.800, em Santo Amaro, às 9h30, 15h e 18h; no Cenáculo do Espírito Santo do Brás, na Avenida Celso Garcia, 499; ou em uma Igreja Universal do Reino de Deus mais próxima de sua casa.